Mestrado em Agronomia

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POTÁSSIO NATURAL EM PRÉ-PLANTIO E FONTES DE POTÁSSIO EM COBERTURA NO CRESCIMENTO DE PLANTAS, PRODUÇÃO E QUALIDADE DE FRUTOS DE MELÃO CANTALOUPE
Curso Mestrado em Agronomia
Tipo Dissertação
Data 14/05/2020
Área AGRONOMIA
Orientador(es)
  • ALEXSANDER SELEGUINI
Orientando(s)
  • ALUISIO DOS SANTOS SALUSTIANO GRADELLA
Banca
  • ALEXSANDER SELEGUINI
  • CHRISTIANE AUGUSTA DINIZ MELO - Participação via webconferência
  • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO - Participação via webconferência
Resumo Pelo seu papel na fotossíntese, respiração e circulação da seiva, o potássio é um dos nutrientes mais exigidos pelas plantas. O adequado manejo da adubação potássica além de propiciar vantagens produtivas pode contribuir para a sustentabilidade do agroecossistemas. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da adubação de cobertura com fontes de potássio em combinação ou não com a aplicação do pó de fonolito, em pré-plantio, no crescimento, componentes de produção e qualidade de frutos de meloeiro cantaloupe. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, no esquema fatorial, 2x4, sendo dois níveis do fator pó de fonolito em pré-plantio (com e sem) e quatro fontes de potássio em cobertura (cloreto de potássio - KCl, nitrato de potássio - KNO3, sulfato de potássio - K2SO4 e pó de fonolito), com quatro repetições. Cada unidade experimental foi constituída por nove plantas, mantidas no espaçamento de 1,20 m x 0,30 m. Foram avaliadas aos 30, 45, 62 dias após o transplantio (DAT) a altura de plantas, diâmetro do coleto, número de entrenós nas hastes. Na ocasião da colheita, além da produtividade, também avaliou-se a massa de matéria seca de parte aérea de plantas, a massa média de frutos, circunferência equatorial e polar dos frutos, índice de formato de frutos, sólidos solúveis (SS), acidez total (AT) e relação SS/AT. Verificou-se que, o uso de pó de fonolito em pré-plantio não altera o crescimento vegetativo e a produtividade do meloeiro cantaloupe, mas reduz atributos de qualidade quando da utilização combinada com fontes sintéticas em cobertura. O pó de fonolito como fonte alternativa de potássio em cobertura apresenta desempenho semelhante ao KNO3 e K2SO4 e inferior ao KCl, quanto ao acúmulo de matéria seca em parte aérea e produtividade, já para qualidade, o K2SO4 foi superior em relação as outras fontes. Para o uso de pó de fonolito em pré-plantio, seu desempenho foi inferior para todas as avaliações e afetando a qualidade do fruto. Recomenda-se o uso de KCl na adubação de cobertura do meloeiro.
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    SEXO E DENSIDADE DE CRIAÇÃO SOBRE O DESEMPENHO PRODUTIVO, CARACTERÍSTICAS DE CARCAÇA, PRODUTIVIDADE E DESENVOLVIMENTO ÓSSEO DE FRANGOS DE CORTE COBB 500®
    Curso Mestrado em Agronomia
    Tipo Dissertação
    Data 30/03/2020
    Área AGRONOMIA
    Orientador(es)
    • ANDRÉIA FRÓES GALUCI OLIVEIRA DE SOUZA
    Orientando(s)
    • THALES SILVA FERREIRA
    Banca
    • ANA CAROLINA ALVES ROCHETTI - Participação via webconferência
    • ANA CAROLINA MONTEIRO MOTTA - Participação via webconferência
    • ANDRÉIA FRÓES GALUCI OLIVEIRA DE SOUZA
    Resumo O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito do sexo e da densidade de criação no desempenho produtivo, características de carcaça, produtividade e desenvolvimento ósseo de frangos de corte Cobb 500®. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2, sendo frangos de dois sexos (macho e fêmea) e duas densidades de criação (12 e 16 aves m-2). Para avaliação do desempenho foram avaliados: peso vivo, ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar, nos períodos acumulados de 1-7 dias, 1-14 dias, 1-21 dias, 1-28 dias, 1-35 dias e 1- 42 dias. Avaliou-se o peso e rendimento de carcaça, peso e rendimento de cortes comerciais e miúdos comestíveis e peso e rendimento da gordura abdominal. Foram avaliados o desenvolvimento ósseo (comprimento, espessura, peso e índice de Seedor) da tíbia e fêmur. Não houve interação significativa (P>0,05) entre o sexo e densidade para nenhum dos parâmetros avaliados no desempenho produtivo. Os frangos machos têm o melhor desempenho zootécnico (P<0,05) em relação às fêmeas, para todos os parâmetros avaliados, exceto para a conversão alimentar a partir da segunda semana. O aumento da densidade de 12 para 16 aves m-2 afeta negativamente o peso vivo e o ganho de peso, apenas nas duas últimas semanas de criação. A maior produtividade foi obtida nos frangos machos na densidade de 16 aves m-2. Não houve diferença significativa (P>0,05) para viabilidade em relação ao sexo nem para densidade de criação. O índice de eficiência produtiva teve maior resultado (P<0,05) para frangos machos em relação ao sexo e para frangos criados em 12 aves m-2 quanto à densidade. Todas as variáveis ósseas avaliadas aumentaram com o passar da idade dos animais. A densidade de criação não foi significativa (P>0,05) para o comprimento e espessura de tíbia e fêmur. O comprimento de tíbia dos frangos machos são superiores as das fêmeas, mas o comprimento do fêmur não se difere entre frangos machos e fêmeas. Para a espessura, peso e índice de Seedor da tíbia e fêmur os frangos machos apresentaram maiores valores. Sendo que os animais criados na densidade de 12 aves m-2 apresentaram maior peso de tíbia e fêmur. Frangos de corte machos, da linhagem Cobb 500® possuem melhor desempenho produtivo e desenvolvimento ósseo do que as fêmeas, além de proporcionar maior produtividade ao avicultor. O aumento da densidade de criação de 12 para 16 aves m-2 possibilita produzir maior quantidade de carne por área, sem o comprometimento do desenvolvimento ósseo. Porém a lucratividade do avicultor diminui consideravelmente, devido o aumento do custo de produção.
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      SUPLEMENTAÇÃO DE RADIAÇÃO FOTOSSINTETICAMENTE ATIVA NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE MANJERICÃO
      Curso Mestrado em Agronomia
      Tipo Dissertação
      Data 28/02/2020
      Área AGRONOMIA
      Orientador(es)
      • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
      Orientando(s)
      • BRUNA FINOTTI FONSECA REIS DE MELLO
      Banca
      • EDILSON COSTA
      • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
      • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
      • RENATO JAQUETO GOES
      Resumo A luz é fundamental no crescimento e desenvolvimento das plantas devido sua influência na fotossíntese e fotomorfogênese, assim o uso de diodo emissor de luz (LED) com emissão de radiação fotossinteticamente ativa (RFA) é um alternativa para melhoria no crescimento de mudas. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de suplementação de radiação fotossinteticamente ativa na produção de mudas de duas cultivares de manjericão. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), em esquema fatorial de 2 x 2, com 4 repetições, com 20 plantas por parcela, constituído por suplementação de radiação fotossintética (ausência e presença) e duas cultivares (manjericão alfavaca basilicão variedade sweet basil e o manjericão alfavaca basilicão vermelho rubi variedade purple basil). A suplementação de radiação fotossintética ativa foi realizado por meio de lâmpada ledgrow 360W das 7:00 ás 11:00. As variáveis analisadas foram diâmetro do colo,relação altura diâmetro, massa seca da parte aérea, massa seca do sistema radicular, massa seca total, relação altura de planta e massa seca da parte aérea, índice de qualidade de Dickson, área foliar, relação massa seca da parte aérea e massa seca do sistema radicular e altura de plantas. Na ausência de suplementação de luz o crescimento das duas cultivares foram semelhantes, todavia na presença de luz, a alfavaca basilicão variedade sweet basil (Ocimum basilicum L.) apresentou maior crescimento, evidenciando também uma maior acúmulo de fitomassa seca no sistema radicular em relação a parte aérea.
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        PRODUÇÃO DE FLORES DE CRAVO AMARELO EM DIFERENTES CORES DE VASOS E AMBIENTES PROTEGIDOS
        Curso Mestrado em Agronomia
        Tipo Dissertação
        Data 28/02/2020
        Área AGRONOMIA
        Orientador(es)
        • EDILSON COSTA
        Orientando(s)
        • SUZIELLY DA SILVA ADRIANO NAGEL
        Banca
        • EDILSON COSTA
        • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
        • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
        • RENATO JAQUETO GOES
        Resumo O cravo é a segunda flor de maior importância no comércio de flores de corte. O objetivo do trabalho foi avaliar vasos de polietileno com diferentes colorações (azul, vermelho, marron e preto) em diferentes ambientes (Estufa, com tela sob o filme de polietileno de 42-50% de sombreamento e telado agrícola de 30% de sombreamento) no cultivo da variedade de cravo Chabaud amarelo. Ao longo do experimento foram monitoradas as variáveis meteorológicas nos ambientes de cultivo, além da mensuração da radiação fotossinteticamente ativa (μmol m-2 s-1) e temperatura do substrato (°C). As variáveis de altura da planta (AP), diâmetro do colo (DC) e o número de folhas (NF) foram mensurados. Durante esse período, foram registrados dados de abertura do botão floral e da floração. A Estufa com tela sob o filme de 42-50% de sombreamento foi o ambiente que proporcionou maior altura de plantas e número de folhas ao longo do período avaliado, constatando maior crescimento da parte aérea de cravo amarelo, se destacando em todas as demais variáveis com exceção do diâmetro e massa seca da flor que foi melhor no telado. Os valores de radiação solar global tiveram variação de 228,1 a 240,5 W m-² no telado agrícola e de 124,5 a 129,9 W m-² na Estufa sendo os valores internos médios deste, cerca de 45% menor que os obtidos naquele ambiente. O cravo em vasos de cor marrom tiveram maior média de acúmulo de folhas e diâmetro de flor se comparado ao azul, que teve menor valor destas variáveis, e a cor vermelha proporcionou maior diâmetro do colo. A Estufa contribuiu com a redução considerável de radiação solar, proporcionando condições mais propicias para o crescimento do cravo. Já o telado devido à alta intensidade de radiação solar, favorece condições mais propicias ao cravo, estimulando o seu florescimento. Quanto as cores de vaso, indica-se o a cor marrom pois proporcionou plantas com qualidade tanto para no crescimento vegetativo como no florescimento.
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          EFEITO DA IRRIGAÇÃO COM ÁGUA SALINA NA PRODUÇÃO DE TOMATE
          Curso Mestrado em Agronomia
          Tipo Dissertação
          Data 22/02/2020
          Área FITOSSANIDADE
          Orientador(es)
          • TIAGO ZOZ
          Orientando(s)
          • CARLOS EDUARDO DA SILVA OLIVEIRA
          Banca
          • DENISE RENATA PEDRINHO - Participação via web conferência
          • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
          • TIAGO ZOZ
          Resumo O tomate (Solanum lycopersicum L.) é uma das principais hortaliças produzidas no Brasil e no mundo. Em 2018, 4,08 milhões de toneladas de tomate foram produzidas no Brasil em uma área de aproximadamente 59,7 mil hectares, o que representou uma produtividade média de 68,3 Mg ha-1 (IBGE, 2019). No entanto, a rentabilidade da produção de tomate em muitas áreas do Brasil tem sido frequentemente limitada devido ao excesso de sais dissolvidos na solução do solo ou na água de irrigação (Medeiros et al., 2012).
          A salinidade tem sido apontada como um dos estresses abióticos que mais limitam o crescimento das plantas e a produtividade de frutos de tomate, especialmente em áreas de cultivo protegido (Guedes et a., 2015). Portanto, a qualidade da água utilizada para irrigação deve merecer maior atenção em condições de cultivo protegido. Isso porque nestas condições de cultivo não há a lavagem dos sais do solo pela água das chuvas como ocorre naturalmente nas áreas de produção em campo aberto. Guedes et al. (2015) reportaram que a qualidade da água utilizada para a irrigação é fator primordial para que as plantas possam expressar seu máximo desenvolvimento e potencial de produção. O nível de sal solúvel na água de irrigação deve ser, preferencialmente, inferior a 0,75 dS m–1 para a produção de mudas e inferior a 1,5 dS m–1 para a produção de hortaliças em cultivo protegido (Nikolaou et al., 2019).
          O excesso de sais na solução do solo altera a capacidade das plantas em absorver, transportar e utilizar os nutrientes necessários para o seu crescimento e desenvolvimento (Safdar et al., 2019). O desequilíbrio nutricional causado pela salinidade decorre, principalmente, da menor taxa de absorção e assimilação de íons essenciais à planta, principalmente, de K+ e Ca2+ (Brito et al., 2014). No entanto, estas alterações podem variar de acordo com as espécies e, ou cultivares utilizadas. A menor taxa de crescimento das plantas em condições de salinidade está relacionada com a inibição osmótica da absorção de água pelas raízes e com os efeitos fitotóxicos de íons específicos que levam ao estresse oxidativo secundário nas plantas (Acosta-Motos et al., 2017). Portanto, o excesso de sais na solução do solo pode afetar negativamente o metabolismo fisiológico, o crescimento e a produtividade das hortaliças (Lima et al., 2016).
          O tomate é uma cultura considerada moderadamente sensível aos efeitos adversos da salinidade, que tem seu desenvolvimento e sua produtividade limitada quando a condutividade elétrica do solo (CE) estiver entre 0,5 e 2,5 dS m–1(Medeiros et al., 2012; Silva et al., 2013; Guedes et al., 2015). Este nível máximo de salinidade que pode ser tolerado pelas plantas sem afetar negativamente seu desenvolvimento é a salinidade limiar (SL) (Maas e Hoffman, 1977). O amplo intervalo de valores de salinidade limiar reportado para o tomate sugere que a resposta da cultura à salinidade é variável em virtude do cultivar, do estádio de desenvolvimento da planta e do manejo adotado (Guedes et al., 2015).
          A salinidade pode afetar o crescimento das plantas em todos os estádios de desenvolvimento. No entanto, a germinação das sementes e o crescimento inicial das plantas são os dois estádios mais sensíveis à salinidade da água de irrigação (Oliveira et al., 2019). A salinidade afeta negativamente a germinação e o estabelecimento das plantas por meio do estresse osmótico, estresse oxidativo e efeitos fitotóxicos de íons-específicos, como o Cl– e o Na+ (Acosta-Motos et al., 2017). Após a germinação, as plântulas de tomate quando expostas às condições de salinidade possuem a capacidade de realizar o ajustamento osmótico, que pode permitir a manutenção da absorção de água e da turgescência das células e, consequentemente, manter o crescimento e o desenvolvimento das plântulas (Medeiros et al., 2012). No entanto, o nível de sal na solução do solo não pode ultrapassar a valor da salinidade limiar da cultura, que é dependente do estádio de desenvolvimento das plantas. As mudas mais jovens tendem a ser mais sensíveis a altos níveis de salinidade do que as plantas em pleno desenvolvimento (Nikolaou et al., 2019).
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            AMBIÊNCIA VEGETAL E SUBSTRATOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE TAMARINDO
            Curso Mestrado em Agronomia
            Tipo Dissertação
            Data 21/02/2020
            Área AGRONOMIA
            Orientador(es)
            • EDILSON COSTA
            Orientando(s)
            • JOSIANE SOUZA SALLES
            Banca
            • EDILSON COSTA
            • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
            • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
            • PEDRO LUIZ NAGEL
            Resumo O tamarindo é uma espécie frutífera florestal exótica, amplamente difundida na américa do sul. No Brasil, é grandemente conhecida, principalmente nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, pois nestas regiões foi onde esta espécie apresentou facilidade de adaptação. Em função de seu centro de origem, na África do Sul, apresenta como características relevante da espécie, sistema radicial bem desenvolvido o que lhe confere grande adaptabilidade a regiões semiáridas, por ser resistente a seca.
            As frutas de tamarindo possuem sabor característico, apresentando grande aceitabilidade no mercado, entre os frutos de espécies exóticas. Dessa forma, há grande quantidade de estudos com esta espécie, especialmente com a produção de mudas, visto que o uso de mudas de qualidade é essencial para garantir o sucesso da produção, pois o desempenho desta irá interferir em toda condução do pomar.
            Para a produção de mudas de qualquer espécie vegetal é imprescindível o conhecimento das exigências mínimas de desenvolvimento da espécies, como nutrição e condições climáticas que afetam o seu crescimento. Assim, técnicas de produção como a determinação do adequado ambiente de cultivo e substrato são fundamentais para garantir produção de mudas de elevada qualidade.
            A ambiência vegetal caracteriza-se como o conjunto de condições micrometeorológicas da área de produção, neste estudo enquadra-se o emprego de diferentes níveis de sombreamento. O uso de ambientes protegidos apresentam como principais vantagens a manipulação das condições micrometeorológicas, como temperatura e umidade relativa, assim como redução da radiação solar. Contudo a luz é primordial para o desenvolvimento vegetal, sendo que a intensidade disponibilizada pode interferir no crescimento e desenvolvimento, pois a falta ou o excesso de radiação podem ser limitante para os processos metabólicos.
            Os substratos tem como função proporcionar condições para os processos de crescimentos das plântulas. Fornecer condições químicas e físicas que favoreçam a formação de mudas vigorosas. Contudo a formulação de substratos, não é uma prática fácil, por isso há certa preferência pelo uso de produtos comerciais, porém é necessário determinar qual produto mais adequado se adquirir. Neste contexto, estudos com substratos puros ou em mistura são fundamentais, pois dependendo da matéria prima, a adição de outros componentes podem agregar qualidade à formulação, além de que a combinação pode reduzir custos de produção.
            A cultura do tamarindo tem como principal destino o uso na fruticultura, e as mudas irão refletir na formação do pomar, sendo assim o estudo que determine o ambiente que irá favorecer as atividades metabólicas e o substrato que irá garantir fornecimento nutricional e estrutura adequada, possibilitam o levantamento de informações e a produção de resultados sobre a produção de mudas de qualidade, sendo essencial para o fornecimento de informações científicas.
            Dessa forma, o objetivo do trabalho foi realizar o estudo sobre ambiência vegetal, com diferentes níveis de sombreamento e composições de substratos para formação de mudas de tamarindo.
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              DESEMPENHO DE HÍBRIDOS DE MILHO PARA PRODUÇÃO DE SILAGEM
              Curso Mestrado em Agronomia
              Tipo Dissertação
              Data 19/12/2019
              Área AGRONOMIA
              Orientador(es)
              • GUSTAVO HARALAMPIDOU DA COSTA VIEIRA
              Orientando(s)
              • HARIANNY SEVERINO BARBOSA
              Banca
              • ELIANA DUARTE CARDOSO
              • FÁBIO STEINER
              • TIAGO ZOZ
              Resumo O Brasil destaca-se por ser um importante produtor e exportador mundial de alimentos. O agronegócio é representando por 23% do PIB nacional. Sendo o milho o cereal mais cultivado no país, na safra 2018/2019, teve um aumento de produção de 16,05%. A produção nacional está concentrada nas regiões Sul e Centro-Oeste, contribuindo para o crescimento da agricultura em 27,1% e 19,6%, respectivamente. Mato Grosso do Sul elevou sua produção em 46,3%, e o município de Cassilândia - MS tem uma produção média de 86,8 sacas/ha, cultivados em 755 hectares, no entanto a economia do município é sustentada pela pecuária, em sua maior parte extensiva (CONAB, 2019; APROSOJA, 2019). Diante disso os índices econômicos da pecuária são afetados principalmente pelo clima, devido à distribuição irregular das chuvas ao longo do ano, a oferta de pastagem e o desempenho animal é sazonal. Desta forma, é necessário buscar estratégias para fornecer alimento de alta qualidade e consequentemente melhorar o desempenho dos animais no decorrer do ano. A conservação de forragem é a técnica mais utilizada e os produtores têm optado pela silagem de milho. No entanto, carecem de recomendações regionais relativas a híbridos, manejo e as tecnologias adotadas (BERNARDES, CARDOSO e LIMA, 2018; NEUMANN, 2010). Um dos principais fatores que impactam na produção da silagem é a escolha correta do híbrido, essa escolha se baseia na produção de matéria seca, valor energético e características fermentativas para ensilagem. Uma variação de materiais de milho, com diferentes respostas de produtividade e qualidade estão disponíveis no mercado. No entanto, é necessário considerar fatores edafoclimáticos, práticas de manejo e nível de investimento, que junto com o genótipo irão definir o resultado da lavoura (VIEIRA et. al., 2013). O objetivo do presente trabalho foi elaborar um manual técnico para a produção de silagem de qualidade para produtores rurais e avaliar o potencial produtivo e desempenho agronômico de híbridos comerciais de milho cultivados em Cassilândia - MS para recomendar aos produtores.
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                IDENTIFICAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA PARA TOLERÂNCIA AOS ESTRESSES ABIÓTICOS
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 29/10/2019
                Área FITOSSANIDADE
                Orientador(es)
                • SIMONE CANDIDO ENSINAS MAEKAWA
                Orientando(s)
                • ROGÉRIO DO CARMO CABRAL
                Banca
                • FÁBIO STEINER
                • GUSTAVO ADOLFO PAZZETTI ORDONEZ
                • TIAGO ZOZ
                Resumo Os estresses hídrico e salino são os principais fatores abióticos que limitam a germinação e o estabelecimento das plantas de soja [Glycine max (L.) Merrill.]. Estudos que visam identificar cultivares com maior tolerância aos estresses hídrico e salino despontam como de grande interesse para a pesquisa agrícola. A pesquisa foi conduzida com a finalidade de avaliar a tolerância de 25 cultivares de soja aos estresses hídrico e salino durante a fase de germinação e crescimento inicial das plântulas. Os estresses hídrico e salino foram induzidos pela exposição das sementes em soluções com potencial osmótico de –0,30 MPa preparadas, respectivamente, com polietilenoglicol PEG-6000 (151,403 g L–1) e NaCl (3,536 g L–1) por 10 dias à 25 °C. A partir dos dados de germinação, comprimento e matéria seca das plântulas em condições de estresse hídrico, estresse salino e condições controle foram calculados os índices de tolerância de estresse (ITE). As cultivares de soja RK 8317 IPRO, TMG 2383 IPRO, TMG 7061 IPRO, TMG 7063 IPRO e ST 777 IPRO possuem maior tolerância ao estresse hídrico, e são as mais indicadas para serem semeadas em condições de baixa disponibilidade de água no solo. As cultivares de soja NS 8399 IPRO, NS 7007 IPRO, NS 7505 IPRO, RK 8115 IPRO e TMG 2381 IPRO possuem maior susceptibilidade ao estresse hídrico, e não devem ser recomendadas para o cultivo em condições de baixa disponibilidade hídrica. As cultivares TMG 2383 IPRO, 98R31 IPRO, 98R35 IPRO, ST 777 IPRO, M5917 IPRO, ST 797 IPRO e TMG 7067 são as cultivares mais indicadas para serem cultivadas em solos salinos por terem maior tolerância à salinidade, e as cultivares NS 8399 IPRO, HO Paranaíba IPRO, HO Cristalino IPRO e BMX Foco IPRO são classificadas como suscetíveis à salinidade, e não devem ser recomendadas para o cultivo em solos salinos.
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                MATERIAL REFLETOR EM BANCADAS FAVORECE A FORMAÇÃO DE PORTA-ENXERTO DE SERINGUEIRA
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 25/10/2019
                Área AGRONOMIA
                Orientador(es)
                • EDILSON COSTA
                Orientando(s)
                • BRUNA LUZIA BARBOSA DA SILVA
                Banca
                • EDILSON COSTA
                • FLÁVIO HIROSHI KANEKO
                • TIAGO ZOZ
                Resumo O sucesso da exploração de qualquer cultura perene arbórea depende da utilização de mudas de elevada qualidade. O objetivo foi avaliar diferentes materiais reflexivos e níveis de sombreamento durante a formação de mudas de seringueira, na região de Cassilândia – MS. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS- Cassilândia-MS, no período de fevereiro a Outubro de 2018. As mudas foram produzidas em dois tipos de ambientes protegidos: telado de Aluminet® de 35% de sombreamento (A1) e telado de sombrite® de 30% de sombreamento (A2). Foram testadas bancadas de cultivo revestidas com e sem material refletor (Aluminet®). Para cada ambiente de cultivo foi adotado o delineamento experimental inteiramente casualizado para avaliação dos materiais reflexivos, com 7 repetições de 5 mudas cada. Os resultados coletados foram submetidos à análise de variância e as médias ao teste “t” em nível de 5% de probabilidade. O fator micrometeorológico de radiação solar (global e fotossitenticaente ativa) é o que mais influência na ambiência vegetal e na diferenciação do crescimento das plantas. Houve efeito positivo no uso de material refletor em bancada de cultivo para a formação de mudas de porta-enxerto de seringueira, clone GT1, independente do ambiente de cultivo. Melhores mudas de porta-enxerto de seringueira, clone GT1 são formadas em ambiente de tela preta quando se utiliza material refletor na bancada de cultivo.
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                CORRELAÇÕES CANÔNICAS ENTRE ÁCAROS DE SERINGUEIRA E AS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 01/06/2019
                Área MELHORAMENTO VEGETAL
                Orientador(es)
                • WILSON ITAMAR MARUYAMA
                Orientando(s)
                • ELIAMARA MARQUES DA SILVA
                Banca
                • Germison Vital Tomquelski
                • LUCIANA CLAUDIA TOSCANO MARUYAMA
                • TIAGO ZOZ
                Resumo A seringueira (Hevea brasilienses Muell. Arg.) é uma planta de elevada importância econômica devido a produção de látex. Dentre outros fatores que afetam a produtividade, destacam-se os ácaros fitófagos principalmente das famílias Eriophyidae e Tenuipalpidae que, em altas infestações, causam desfolhas prematuras principalmente em seringueiras cultivadas em regime de monocultura. O objetivo deste estudo foi correlacionar à influência de condições climáticas na flutuação populacional de ácaros em seringueira através de correlação canônica. O estudo foi conduzido entre agosto de 2014 e julho de 2016, tomando-se amostras quinzenais de 60 folíolos de seringueira. Sob microscópio estereoscópico, os ácaros encontrados, foram contados, montados em lâminas para posterior confirmação das espécies. As análises de correlações canônicas foram estimadas como medida de associação. Foram coletados 9828 ácaros, sendo 5685 Calacarus heveae Feres (Eriophyidae), 4051 Tenuipalpus heveae Baker (Tenuipalpidae) e 92 ácaros da família Phytoseiidae. As condições de umidade e precipitação estão correlacionada com a flutuação de C. heveae (R=0,652); T. heveae (R=0,631) e Phytoseiidae (R=0,669), C. heveae e Phytoseiidae são favorecidos por altos índices de umidade, já T. heveae é favorecido por baixos índices de umidade. A temperatura atua na flutuação de T. heveae (0,589). Rajada de vento está correlacionada com a população de T. heveae, (R=0,69) quanto menor a rajada, maior será a população do ácaro. As condições de umidade, precipitação, temperatura e vento estão diretamente correlacionados com a flutuação de ácaros em seringueira para condições do Cerrado.
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                SOBREVIVÊNCIA DE ESTACAS DE SERINGUEIRA COM APLICAÇÃO DE SULFATO DE ZINCO FOLIAR EM DIFERENTES AMBIENTES
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 28/02/2019
                Área FISIOLOGIA DE PLANTAS CULTIVADAS
                Orientador(es)
                • WILSON ITAMAR MARUYAMA
                Orientando(s)
                • RENATO SILVA BORGES
                Banca
                • ELIANA DUARTE CARDOSO
                • TIAGO ZOZ
                • WILSON ITAMAR MARUYAMA
                Resumo A seringueira é uma espécie que apresenta dificuldade no enraizamento pelo método de
                propagação vegetativa, na produção de mudas por estaquia. Uma alternativa para superar esta dificuldade é o uso de micronutrientes como cofatores de enraizamento, tal como o zinco. Diante disto objetivou-se avaliar a sobrevivência de estacas de seringueira em ambientes com a aplicação foliar de sulfato de zinco. Aplicou-se sulfato de zinco via foliar 72 horas antes de coleta das estacas. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC), em três ambientes distintos sendo: A – Fitotron. B – Câmara de nebulização. C – Casa de vegetação. Foram utilizados 6 tratamentos e 3 repetições de 16 estacas de seringueira. Os tratamentos foram 0; 0,04; 0,08; 0,16; 0,32 e 0,64 mg L–1 de ZnSO4. Aos 17 dias realizou-se a primeira avaliação de sobrevivência de estacas e aos 31 dias, a avaliação final. Os dados percentuais foram submetidos à análise de variância (teste F), e para fins estatísticos, utilizou-se análise de grupos de experimentos e, realizou-se avaliação conjunta dos ambientes e doses, para as variáveis que apresentaram razão quadrado médio dos resíduos menor que 7:1. As médias foram comparadas pelo teste de de Tukey a 5% de probabilidade e análise de regressão, utilizando-se o programa SANEST. A não aplicação de sulfato de zinco proporciona taxas de estavas verdes superiores a 80% quando se utiliza ambientes de cultivo, tais como: ambiente fitotron (87,50%) e casa de vegetação (81,25%), proporcionando a melhor taxa de sobrevivência na dose 0. A câmara de nebulização apresenta a maior taxa de mortalidade de estacas de seringueira aos 31 dias após a implantação do experimento, possuindo mortalidades superiores a 96%, utilizando sulfato de zinco ou não. A mortalidade das estacas aos 17 dias para o ambiente fitotron e casa de vegetação, apresentam-se inferior quando comparada a câmara de nebulização, que apresenta maior porcentagem de estacas mortas independe da dose de sulfato de zinco utilizado, pois as mesmas não diferiram entre si. Um fato a se salientar é que a dose 0,00 mg L–1 (11,11%) que apresenta maior sobrevivência das estacas não difere da dose 0,16 mg L–1 (0%) que não proporcionou nenhuma estaca verde aos 31 dias após a implantação do experimento. A casa de vegetação e o fitotron contribuíram para a sobrevivência de estacas verdes até 17 dias após a implantação do experimento, quando se pulveriza sulfato de zinco via foliar. A aplicação foliar de sulfato de zinco via foliar não interfere na sobrevivência de estacas de seringueira em ambientes de produção.
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                TOLERÂNCIA DE CULTIVARES DE MILHO AOS HERBICIDAS NICOSULFURON E TEMBOTRIONE
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 27/02/2019
                Área FITOSSANIDADE
                Orientador(es)
                • ROGÉRIO SOARES DE FREITAS
                Orientando(s)
                • RAFAELLE RIBEIRO DUARTE
                Banca
                • Everton Luis Finoto
                • ROGÉRIO SOARES DE FREITAS
                • Wander Luis Barbosa Borges
                Resumo O milho (Zea mays) é um importante grão tanto para a economia quanto como fator social no Brasil e no mundo. O cereal representa uma das mais importantes culturas da agricultura brasileira, não só no aspecto quantitativo como também no aspecto qualitativo, sendo uma das bases da alimentação animal. As plantas daninhas podem ocasionar perdas na produtividade, variando de 10 a mais de 90% em função da espécie competidora, do grau de infestação, do período de convivência, bem como do estádio de desenvolvimento da cultura e das condições climáticas durante a convivência. Entre as medidas para o manejo de plantas daninhas, o controle químico é uma ferramenta importante, contudo, a tolerância das culturas aos herbicidas pode ser afetada pela dose utilizada, pelo estádio da cultura no momento da aplicação do herbicida, pelo cultivar utilizado devido a reações específicas de cada cultivar etc. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar a tolerância tolerância de cultivares de milho aos herbicidas Tembotrione e Nicosulfuron. Foram realizados dois ensaios no delineamento em blocos ao acaso, com cinco repetições, em arranjo fatorial 4 x 3 x 2, sendo o primeiro fator constituído pelas doses dos Herbicidas [Nicossulfuron (0, 30, 60 e 120 ig.a.ha-1) ensaio 1 e doses do Tembotrione (0; 50,4; 100,8 e 201,6 ig.a. ha-1) ensaio 2], o segundo fator foi as cultivares de Milho IAC 8390, IAC 8333 e IAC Airam e o terceiro fator a aplicação dos herbicidas em dois estádios fenológicos da planta (V3 e V6). Após a aplicação dos herbicidas foi avaliado a fitotoxicidade, altura de plantas, a população final de plantas, massa de 100 grãos, índice de espigas e produtividade de grãos. Os ensaios de campo demonstraram que os cultivares IAC 8390, IAC 8333 e IAC Airan apresentaram tolerância diferencial aos herbicidas. Os cultivares apresentaram altos níveis de fitointoxicação pelo herbicida nicossulfuron, principalmente, quando aplicado em V3 e nas maiores doses utilizadas. O IAC 8390 é o cultivar com maior tolerância ao herbicida nicossulfuron, podendo este ser utilizado no estádio V6 sem prejudicar o desenvolvimento da planta. O nicossulfuron não deve ser utilizado para o manejo de plantas daninhas na cultura do milho, quando se opta pelos cultivares IAC Airan e IAC 8333. No ensaio 2 resultados mostraram que os cultivares de milho avaliados, apresentaram boa tolerância ao herbicida tembotrione em razão da baixa fitoxidade causada pelo mesmo. Constatou-se que os três cultivares de milho IAC em ambos períodos de aplicação do herbicida tembotrione mesmo em doses mais altas não foram afetadas pelo herbicida tembotrione.
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                INTENSIDADE DE LUZ, RADIAÇÃO FOTOSSINTETICAMENTE ATIVA NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE ARRUDA E PEPINO
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 27/02/2019
                Área MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
                Orientador(es)
                • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
                Orientando(s)
                • WILLAMS FERREIRA SOUZA BARBOSA
                Banca
                • ALAN MARIO ZUFFO
                • EDILSON COSTA
                • FLAVIO FERREIRA DA SILVA BINOTTI
                Resumo A utilização de luz suplementar artificial, com emissão do comprimento de onda da
                radiação fotossintética ativa, é uma tecnologia que pode otimizar a produção de mudas. Objetivou-se com este trabalho estudar o efeito de diferentes níveis de luz, além de radiação fotossinteticamente ativa (PAR) suplementar, em casa de vegetação na produção de mudas de arruda e pepino. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Cassilândia (UUC), no período de outubro de 2018 a janeiro de 2019. Foram utilizadas duas espécies para o experimento: arruda (Ruta graveolens L.) e pepino (Cucumis sativus). As mudas foram produzidas em diferentes intensidade de luz: pleno sol (0% de sombreamento); telado agrícola com tela de monofilamento preta de 18% de sombreamento; casa de vegetação climatizada e casa de vegetação climatizada com suplementação de radiação fotossintética ativa (7:00 ás 11:00 horas - 150 µmol m-2s-1). As Mudas foram avaliadas quanto a emergência, crescimento e índices biométricos. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Casa de vegetação climatizada com suplementação de radiação fotossintética ativa propiciou mudas de arruda com maior acúmulo de massa seca, além de maior crescimento do sistema radicular, tendo uma relação massa seca da parte aérea e do sistema radicular de 0,81, propiciando mudas de melhor qualidade, além de afetar positivamente a emergência de plântulas. As mudas de pepino que ficaram expostas ao ambiente externo, receberam grande quantidade intensidade de luz, excesso de luz resultou em mudas de menor qualidade de mudas. Acasa de vegetação climatizada favoreceu a produção de mudas de qualidade do pepino, já suplementação de radiação fotossintética ativa propiciou mudas de arruda de melhor qualidade.
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                NÍVEIS DE SOMBREAMENTO, MATERIAL REFLETOR E PROFUNDIDADE DE SEMEADURA NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE BARU
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 22/02/2019
                Área FITOTECNIA
                Orientador(es)
                • EDILSON COSTA
                Orientando(s)
                • GEANY GIOVANA SILVA DA COSTA
                Banca
                • Doutora Charline Zaratin Alves
                • EDILSON COSTA
                • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
                Resumo A presente dissertação é composta por dois capítulos. No capitulo 1, revisão de literatura, são abordados os seguintes tópicos: exploração do cerrado brasileiro; Dipteryx alata vog.; ambientes de cultivo; material refletor em bancadas e radiação fotossintética ativa; profundidade de semeadura e produção de mudas. No capítulo 2 se refere ao experimento conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Cassilândia (UUC), no período de outubro de 2017 a fevereiro de 2018. As mudas foram produzidas em diferentes níveis de sombreamento: pleno sol; telado agrícola com tela de monofilamento preta de 18%, 30% e 50% de sombreamento. Foram testadas bancadas de cultivo com e sem material refletor (Aluminet®), assim como duas profundidades de semeadura (2 e 4 cm). A semeadura foi realizada em sacos plásticos de polietileno (15,0 x 25,0 cm, 1,8 L) com substrato contendo solo de barranco (50%), esterco bovino (30%) e vermiculita fina (20%). Por não haver repetições dos níveis de sombreamento (ambientes de cultivo), cada um foi considerado um experimento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2 (duas bancadas x duas profundidades), com 5 repetições de 8 mudas cada. Aos 53, 86 e 120 dias após semeadura foram avaliados temperatura do substrato, altura das mudas, diâmetro do colo, massa seca da parte aérea, massa seca do sistema radicular, taxa de crescimento absoluto e índice de qualidade de Dickson. Os dados foram submetidos à análise de grupos de experimentos e comparadas pelo teste Tukey, 5% de probabilidade para ambientes e teste t de student para bancadas de cultivo e profundidade de semeadura. Não houve influência do uso do material aluminizado (Aluminet®) em bancada de cultivo na formação de mudas de baru. A profundidade de semeadura de 2 e 4 cm não interferiram na qualidade das mudas de baruzeiro. O sombreamento foi importante para formação de mudas de elevada qualidade. O ambiente de 50% de sombreamento propiciou plantas com maior massa seca da parte aérea e total.
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                ATRIBUTOS QUÍMICOS E ESTOQUE DE CARBONO TOTAL NOS COMPARTIMENTOS DA MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO EM SISTEMA SILVIPASTORIL
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 01/02/2019
                Área MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
                Orientador(es)
                • SIMONE CANDIDO ENSINAS MAEKAWA
                Orientando(s)
                • JEFFERSON ROGÉRIO MARQUES DA SILVA
                Banca
                • ALAN MARIO ZUFFO
                • GISELLE FELICIANI BARBOSA
                • SIMONE CANDIDO ENSINAS MAEKAWA
                Resumo Umas das modalidades de sistemas que possibilita o uso da terra para aumentar a eficiência e produtividade de forma sustentável é o integração silvipastoril. Esse sistema é um sistema
                conservacionista que proporciona proteção para o solo, podendo ser utilizado para recuperação de áreas degradadas e pode proporcionar melhorias nos atributos químicos do
                solo e estoques de carbono em relação aos sistemas convencionais. Diante disso, o trabalho
                teve como objetivo geral avaliar os atributos químicos do solo, estoques de carbono orgânico total e os compartimentos da matéria orgânica do solo em sistema silvipastoril (SP) com diferentes pontos de amostragem de solo e compará-lo com sistema de pastagem
                convencional (PC) e área de vegetação nativa de cerrado (VN) afim de avaliar se a distância
                das coletas de solo no SP é afetada. O presente trabalho foi realizado no ano 2017 em uma
                propriedade localizada no município de Bandeirantes, Mato Grosso do Sul. Os tratamentos
                foram representados por quatro pontos de coletas das amostras de solo no SP: 2,5, 5,0, 7,5 e
                10 m de distância da linha externa de plantio do eucalipto, pela PC e VN, todos localizado na
                mesma propriedade, o sistema silvipastoril e a pastagem convencional foram implantados em 2015 com a forragem de Urochloa brizantha cv. BRS Marandu, mesmos período de
                formação, manejo de pastagens e taxa de lotação, porém, com ausência do componente
                arbóreo. O SP, PC e VN foram divididos em quatro subáreas de 30 ha que corresponderam às
                repetições. Para cada subárea foram coletadas amostras de solo nas camadas de 0-10, 10-20 e 20-30 cm, sendo 48 amostra no SP, 12 na PC e 12 na VN, totalizando 72 amostras, para determinação dos atributos químicos (pH (CaCl 2 ), Al 3+ , H+Al, K + e P) do solo, carbono orgânico total (COT), carbono orgânica associado aos minerais (COam), carbono orgânico partícula do (COp), carbono lábil (CL) e carbono nas frações das substâncias húmicas do solo. Os resultados foram submetidos à análise de variância e quando significativo, as médias dos tratamentos foram agrupadas pelo teste de Scott-Knott (p≤0,05). Para a acidez ativa (pH) os maiores valores foram encontrados na PC e no SP nas distâncias de 2,5 e 10,0 metros (SP-2,5 e SP-10,0 m). Para o atributo acidez potencial (H+Al), nas três camadas, a VN obteve maiores valores. Já os teores de alumínio (Al 3+ ), os maiores valores na camada 0-10 cm foram constatados no SP de 5,0 e 7,5 m (SP-5,0) (0,48 cmol c dm -3 ) e SP-7,5 (0,50 cmol c dm -3 ), na camada de 10-20 cm, VN (0,55 cmol c dm -3 ) e o SP-7,5 (0,58 cmol c dm -3 ) e para a camada de 20-30 cm, VN (0,55 cmol c dm -3 ), PC (0,45 cmol c dm -3 ), no SP-5,0 (0,48 cmol c dm -3 ) e SP-7,5 (0,63 cmol c dm -3 ). Os maiores valores de fósforo nas camadas 0-10 e 10-20 foram encontrados no SP-2,5 (6,05 mg dm -3 ), e na camada 20-30 cm o maior valor também foi verificado no SP-2,5 (6,13 mg dm -3 ) e SP-7,5 (5,75 mg dm -3 ). Para COT, COam e COp os melhores valores foram encontrados na VN na camada de 0-10 cm, já na camada 10-20 cm a VN obteve os maiores valores apenas para COT e COam e os sistemas silvipastoris em todas as distâncias avaliadas obteve os melhores valores para COp. Para somatória das substâncias húmicas (SHs) e carbono na fração ácido fúlvico (C-AF) a VN obteve os melhores valores para todas camadas estudadas. Para os atributos químicos do solo o gradiente de distância das árvores influenciou, de modo que, a menor acidificação do solo foi verificada no sistema silvipastoril a 2,5 e 10 m de distância das árvores. Para o fósforo, o sistema silvipastoril a 2,5 m de distância das árvores apresentou maior teor deste nutriente na camada de 20-30 cm e para o K até a profundidade de 20 cm. O solo sob a PC apresentou os índices mais baixos de estoques de carbono lábil e índice de manejo de carbono (IMC). No SP, foi analisado um acréscimo no estoque de carbono provando que o sistema mesmo em período inicial de implantação tem a capacidade de aumentar ou manter os estoques de carbono orgânico.
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                CORRELAÇÕES GENÉTICAS E ANÁLISE DE TRILHA EM ACESSOS DE MAMONA
                Curso Mestrado em Agronomia
                Tipo Dissertação
                Data 15/12/2018
                Área MANEJO E TRATOS CULTURAIS
                Orientador(es)
                • TIAGO ZOZ
                Orientando(s)
                • AGNER DE FREITAS ANDRADE
                Banca
                • ALAN MARIO ZUFFO
                • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
                • FÁBIO STEINER
                • TIAGO ZOZ
                Resumo O presente trabalho objetivou avaliar os componentes da produtividade de grãos e os caracteres de planta em acessos de mamona e identificar as características que possam ser utilizadas na seleção indireta de genótipos com maior produtividade de grãos. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso com três repetições. Os tratamentos foram compostos por 82 acessos de mamona obtidos por meio de coleta nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Paraná e três cultivares comerciais (IAC 2028, IAC Guarani e BRS Energia). Foram avaliadas as seguintes variáveis: número de dias para o florescimento, altura de planta, diâmetro do caule, número de nós por planta, número de racemos por planta, número de grãos por racemo, massa de 100 grãos e produtividade de grãos. Com os dados obtidos foram estimadas as correlações genéticas e os coeficientes de correlação genotípica foram desdobrados em efeitos diretos e indiretos das variáveis independentes (componentes de produtividade e caracteres de planta) sobre a variável dependente (produtividade de grãos). Os genótipos 65 e 92 apresentaram produtividade semelhantes as cultivares comerciais. Verificou-se a existência de variabilidade genética entre os acessos de mamona para todas as características estudadas. O número de nós por planta, o número de grãos por racemo e a massa de 100 grãos apresentaram efeitos diretos positivos sobre a produtividade de grãos.
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                  NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E MATERIAL REFLETOR EM BANCADAS DE CULTIVO DE MUDAS DE PARICÁ
                  Curso Mestrado em Agronomia
                  Tipo Dissertação
                  Data 23/11/2018
                  Área FISIOLOGIA DE PLANTAS CULTIVADAS
                  Orientador(es)
                  • GUSTAVO HARALAMPIDOU DA COSTA VIEIRA
                  Orientando(s)
                  • ROBERTO KENNEDY MORTATE
                  Banca
                  • ELIANA DUARTE CARDOSO
                  • FÁBIO STEINER
                  • GUSTAVO HARALAMPIDOU DA COSTA VIEIRA
                  Resumo A produção de mudas é uma importante etapa na cadeia produtiva vegetal, visando obter plantas de qualidade para estabelecimento da produção a campo. A implantação de florestas comerciais requerem mudas florestais de qualidade, sendo importante estudar o desenvolvimento das mesmas em diversos ambientes, visando identificar o ambiente mais propício à produção das mesmas. A presente dissertação é composta por dois capítulos. No capítulo 1, revisão de literatura, são abordados os seguintes tópicos: aspectos gerais sobre o paricá; produção de mudas de paricá; ambiência vegetal na produção de mudas florestais e bancada de cultivo com material refletor. O capítulo 2, refere-se ao experimento conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universitária de Cassilândia (UUC), no período de agosto a novembro de 2017. Foram avaliados os níveis de sombreamento de 0% (pleno sol), 30% sob sombrite, 35% sob tela termo-refletora e a casa de vegetação com tela termo-refletora sob o filme com 42/50% de sombreamento para mudas de paricá. Nos ambientes, foram testadas bancadas de cultivo com material refletor (papel alumínio) e sem material refletor. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta, e os resultados de altura da muda e o diâmetro do colo foram mensurados aos 30, 55 e aos 72 dias após transplantio. Finalizou-se o experimento aos 72 dias após o transplantio e realizou-se a análise destrutiva das mudas, submetendo-as a secagem em estufa de ventilação forçada até atingirarem massa seca constante. Baseado nos resultados encontrados, calculou-se a massa seca total, relação altura e diâmetro do colo, relação massa seca da parte aérea e massa seca sistema radicular, taxa de crescimento absoluto e índice de qualidade de Dickson. Os ambientes protegidos foram favoráveis a formação das mudas de paricá. O ambiente a pleno sol formaram mudas pequenas, porém mais rústicas. O uso de material refletor teve efeito positivo apenas no ambiente de cobertura plástica com tela de 42/50% de sombreamento.
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                    DERIVA SIMULADA DO GLIFOSATO E DO 2,4D EM CLONES DE SERINGUEIRA
                    Curso Mestrado em Agronomia
                    Tipo Dissertação
                    Data 29/08/2018
                    Área MANEJO E TRATOS CULTURAIS
                    Orientador(es)
                    • ROGÉRIO SOARES DE FREITAS
                    Orientando(s)
                    • ANDRÉ ZOZ
                    Banca
                    • João Francisco dos Santos
                    • Marcos Doniseti Michelotto
                    • ROGÉRIO SOARES DE FREITAS
                    Resumo Com o objetivo de avaliar os efeitos da deriva de 2,4D e glifosato em clones de seringueira foram conduzidos dois experimentos. O primeiro experimento teve como objetivo avaliar os efeitos causados pela deriva simulada de glifosato em clones de seringueira. O experimento foi conduzido a campo, no município de Votuporanga – SP, no período de maio a dezembro de 2017. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso, em esquema fatorial 3x6, com quatro repetições. O primeiro fator foi composto por três clones de seringueira (RRIM 600, GT1 e PR 255). O segundo fator foi constituído por seis doses de glifosato (0,00; 57,60; 115,20; 230,40; 460,80; 921,60), correspondentes a 0, 4, 8, 16, 32 e 64 % da dose recomendada comercialmente de 1,440 g e.a. ha-1. Cada unidade experimental foi constituída por 3 plantas, totalizando 216 plantas. Todas as doses testadas promoveram sintomas de fitotoxidez até os 42 DAA, variando entre 7,92 (nulo) e 36,74% (fraco). As doses até 115,4 g e.a. ha-1 se recuperaram aos 120 DAA, enquanto a dose de 230,8 g e.a. ha-1 se recuperou aos 180 DAA. Doses acima de 460,8 g e.a. ha-1 resultam em sintomas severos de fitotoxidade a partir da emissão do primeiro lançamento foliar após a aplicação, aos 120 DAA, além de reduzir a taxa de crescimento relativo de altura e diâmetro, e aumentar a relação comprimento/largura das folhas. Entre os clones, destaca-se maior suceptibilidade à fitotoxidez do clone PR 255 aos 21 e 42 DAA. E aumento na relação comprimento/largura das folhas com deriva de 230,4 g e.a. ha-1. O segundo experimento teve como objetivo avaliar os efeitos causados pela deriva simulada de glifosato, 2,4D e a combinação de ambos na seringueira. O experimento foi conduzido a campo no município de Votuporanga, SP, no período de maio a dezembro de 2017. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso, em esquema fatorial 3x6, com quatro repetições. O primeiro fator foi composto por três tratamentos químicos (Glifosato, 2,4D e Glifosato+2,4D). O segundo fator foi constituído por seis doses de glifosato (0,0; 57,6; 115,2; 230,4; 460,8 e 921,6); 2,4D (0,00; 32,16; 64,32; 128,64; 257,28 e 514,56) e da combinação de ambos (0,0+0,0; 57,6+32,16; 115,2+64,32; 230,4+128,64; 460,8+257,28 e 921,6+514,56), correspondentes a 0, 4, 8, 16, 32 e 64 % da dose de 1,440 e 804 g e.a. ha-1. Cada unidade experimental foi constituída por 3 plantas, totalizando 216 plantas. A deriva acima 32% da combinação de glifosato e 2,4D é letal para as plantas, enquanto a deriva de 16% prejudica o crescimento, podendo resultar em morte de algumas plantas. A deriva de 64% de 2,4D é letal para as plantas, e a deriva de 32% pode prejudicar o crescimento. A deriva acima de 32% de glifosato reduz ou paralisa o crescimento das plantas, mesmo aos 180 DAA. A deriva da combinação dos herbicidas apresentou maiores sintomas de fitotoxidez, não sendo recomendando que ocorra deriva acima de 8%, enquanto para os herbicidas isolados, as planas tiverem plena recuperação em doses de deriva até 16%.
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                    CRESCIMENTO INICIAL DO EUCALIPTO EM CULTIVO CONSORCIADO COM BRAQUIARIA E ADUBAÇÃO NITROGENADA
                    Curso Mestrado em Agronomia
                    Tipo Dissertação
                    Data 17/08/2018
                    Área FITOSSANIDADE
                    Orientador(es)
                    • TIAGO ZOZ
                    Orientando(s)
                    • PEDRO SEPULVEDA NETO
                    Banca
                    • ALAN MARIO ZUFFO
                    • EDUARDO PRADI VENDRUSCOLO
                    • TIAGO ZOZ
                    Resumo O eucalipto é a especie florestal exotica de maior importância no Brasil. Os plantios forcecem madeira para a indústria de produtos madeireiros, matéria prima para a cadeia produtiva de papel e celulose, além de ser fonte de energia renovável ao serem transformados em lenha para queima em fornos e fornalhas, além de inúmeros produtos florestais não madeireiros como por exemplo, o óleo essencial. O eucalipto é uma alternativa mais viável e sustentável do que a exploração de florestas nativas, que ainda hoje sofrem grande pressão antrópica. Os plantios muitas vezes ocorrem em areas anteriormente ocupadas por pastos ou terrenos degradados, como por exemplo pastagens formadas com braquiária, cenário este muito comum já que a espécie é uma das mais utilizadas em sistemas de integração lavoura-pecuaria-floresta. Essa espécie é agressiva, invasora e de difícil controle devido a grande durabilidade das sementes no solo, o que prejudica o crescimento incial do eucalipto. Entretanto, o manejo adequado desta graminea, principalmente quando utilizada como planta de cobertura, pode melhorar as propriedades fisico-químicas do solo, impedir o desenvolvimento de plantas invasoras e fornecer nutrientes resultantes da sua decomposição. Neste contexto o presente trabalho teve como objetivo avaliar o crescimento inicial de plantas de eucalipto em sistema silvipastoril, sob quatro manejos de braquiária e duas doses de nitrogênio. Foram testadas quatro formas de manejo da braquiária: dessecação seguida pela incorporação da palhada de braquiária ao solo, dessecação seguida pelo corte da braquiária com a palhada permanecendo na superfície do solo, cultivo consorciado do eucalipto com a braquiária e por último apenas o eucalipto sem a presença da braquiária (controle). Cada um destes tratamentos foi feito associados a duas doses de nitrogênio, 50 e 200 kg ha-1. Os resultados demonstram que o cultivo consorciado do eucalipto com a braquiária é prejudicial ao crescimento e a qualidade das mudas da espécie florestal. A palhada de braquiária em cobertura e incorporada ao solo não prejudicaram as variáveis avaliadas, mas a palhada em cobertura com adubação 200 kg ha-1 de nitrogênio estimulou o crescimento inicial do eucalipto.
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                    AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DE ATRIBUTOS ESPACIAIS INSERIDOS NO PROCESSO DE CARACTERIZAÇÃO DIGITAL DE PLANTIOS DE SERINGUEIRA NO MATO GROSSO DO SUL
                    Curso Mestrado em Agronomia
                    Tipo Dissertação
                    Data 16/08/2018
                    Área FITOSSANIDADE
                    Orientador(es)
                    • ERIVALDO JOSÉ SCALOPPI JUNIOR
                    Orientando(s)
                    • JULIA VAZ TOSTES MILUZZI DE OLIVEIRA
                    Banca
                    • Alan de Brito
                    • ERIVALDO JOSÉ SCALOPPI JUNIOR
                    • Flávio Ponzoni
                    Resumo A borracha natural vem sendo cada vez mais utilizada na composição dos mais diversos tipos de produtos, o que desencadeou considerável incremento nas áreas plantadas com seringueira. Assim, o monitoramento de seringais ganhou notoriedade, sendo imagens de satélite utilizadas para esse fim. Mesmo que a estrutura dos dosséis traga muitos desafios à caracterização dos seringais, a deciduidade característica da espécie é fundamental para aplicações de sensoriamento remoto à heveicultura. Uma das formas de trabalhar com os inconvenientes estruturais dos dosséis é utilizando atributos espaciais em conjunto com atributos espectrais no processo de caracterização. Assim, este trabalho objetivou investigar a contribuição de um conjunto de atributos espaciais à uma caracterização espectral na tentativa de identificar quatro classes de estudo em uma área com ocorrência de plantios de seringueira no Mato Grosso do Sul. A análise exploratória foi realizada através de comparações entre os testes propostos. Primeiro imagens Landsat 8 foram adquiridas e segmentadas. Em seguida foi realizada a amostragem e extração das características espectrais e do NDVI, que foram constituídas pela média por objeto de cada uma das bandas espectrais, e espaciais, que vieram de semivariogramas gerados a partir de valores das bandas espectrais e do NDVI. A partir da amostra e dos atributos foi gerada classificação utilizando o algoritmo Random Forest. Os atributos com valores nulos para a maioria ou para todos os objetos foram escolhidos juntamente com uma nova amostragem. Em seguida foi gerada nova classificação que foi avaliada através das matrizes de confusão dos testes. Os resultados nos mostram que quando a amostragem é feita de maneira cautelosa principalmente para os plantios de seringueira devido à deciduidade, são obtidas caracterizações mais fiéis à realidade. A utilização de atributos espectrais e espaciais em conjunto consegue separar melhor as classes em estudo, e que as classes de estudo não são sensíveis da mesma maneira aos atributos espaciais gerados a partir de valores extraídos das bandas do vermelho e do infravermelho próximo, e do NDVI.
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